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Miguel Antunes

Miguel Antunes

Miguel Antunes - Bombeiro de 3ª

 

    Nome: Miguel Ângelo Antunes
    Idade: 29 anos
    Data de admissão no C.B.: Fevereiro de 2009
    Categoria: Bombeiro de 3ª classe
    Cursos: TAS; TAT; DAE; Desencarceramento.

    Como surgiu a oportunidade de ingressar nos B.V. Lisbonenses?
    Aos 18 anos já sentia interesse em vir para os Bombeiros mas, com o ingresso no serviço militar, a ideia foi sendo adiada. Quando saí da Armada, fui trabalhar com um colega já falecido - o Justino Santos – que me aliciou para motorista dos bombeiros. 

    Descreva-nos o seu percurso.
    O Sr. Comandante José Bento propôs-me fazer a Escola de Recrutas ao que eu anuí mas durante algum tempo fiz uma iniciação que decorreu no quartel para me familiarizar com a actividade. Posteriormente, já com o curso de bombeiro concluído, surgiu a oportunidade de ser empregado nos bombeiros. Nesta altura aprendi bastante sobre o quotidiano deste quartel, o que me fez ganhar uma paixão muito grande pelos Lisbonenses. Actualmente sou só voluntário.

    Desde o seu ingresso, qual foi o seu maior desafio? 
    O meu maior desafio foi conciliar a Escola de Recrutas com a minha actividade profissional que é camionista. Sem horários certos, era-me difícil ir a todas as aulas mas com muito esforço e dedicação consegui terminar com o apoio dos colegas e formadores.

    Quais são os seus interesses e que hobbies pratica?
    Sou um apaixonado por mecânica, restauro automóvel e agricultura. 

    Como define os B.V. Lisbonenses?
    Os Lisbonenses orgulham-se de honrar o seu passado e todos fazemos questão de perpetuar a memória, saberes e cultura dos nossos antecessores. Somos uma família com mais de 100 anos por onde passaram homem de enorme valor. Os Lisbonenses são diferentes de todos os outros. Não somos melhores nem piores; apenas diferentes.

    O que é ser Bombeiro?
    Ser bombeiro é ter consciência de que o mundo não se limita à nossa área de conforto. Por vezes há que sair dela, dar conforto aos outros quando mais precisam de ajuda. É zelar pela vida e bens de quem tudo perde. É despirmo-nos de todos os preconceitos e ajudar sem olhar a raças, credos, estratos sociais. É entregarmo-nos a troco de nada.

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