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Paulo Santos

Paulo Santos

 

Paulo Santos - Bombeiro de 1ª

 

   O "Entre Nós"
   Leva-nos a mostrar-lhe o Paulo Santos. Fique a conhece-lo.
   O Paulo Santos é, antes de mais, um amigo. E sobre os amigos, nunca há muito por dizer. São-no. Só assim!
  Assisti à sua admissão nos Lisbonenses e gostei da sua postura que ainda hoje mantém; discreto, atento, inteligente e prestável. Obviamente que o “Febras” (alcunha pela qual é conhecido entre nós) é muito mais que isso mas, as suas qualidades humanas de que é possuidor distinguem-no da maioria e, foi por isso que quando me abordou para ser seu padrinho para Bombeiro de 2º nem pensei duas vezes; aceitei e enchi-me de orgulho. Até hoje.

   Nome: Paulo Jorge Almeida Paiva Santos 
   Idade: 43 anos
   Data de admissão no C.B. : Fevereiro de 1995
   Categoria: Bombeiro de 1ª
   Cursos: TAT, DAE, SD, CCP (antigo CAP), Chefe equipa fogos urbanos e industriais, Chefe equipa fogos florestais, Treinador e guia de cães de busca e salvamento, Noções de segurança e combate a incêndios em navios, nível 1 técnica de luta contra fogos em gás. 

   Como surgiu a oportunidade de ingressar nos B.V. Lisbonenses?
   Cheguei a fazer alguns trabalhos de voluntariado mas no final sentia que não era aquilo que pretendia. Como sempre admirei os bombeiros em especial nos grandes fogos em 1992 onde os vi trabalhar de perto com todo o seu empenho, então resolvi alistar num corpo de bombeiros.
  Os Lisbonenses não foram a minha 1ª escolha, pois procurei um corpo de bombeiros mais perto de casa, mas apesar de ser mais próximo não fui aceite por residir fora do seu concelho de intervenção. Como na minha infância as minhas idas ao médico num centro clinico que ficava na rua de Sta. Marta passava à porta do Lisbonenses, foi onde me dirigi e alistei e permaneci até hoje. 

   Descreva-nos o seu percurso.
   Ingressei nos bombeiros Lisbonenses em 1995 fiz a minha 1ª formação TAT ministrado pela CVP quase logo de seguida a escola de recrutas que durou aproximadamente 9 meses, desde ai tem sido um percurso que tem vindo a evoluir naturalmente sendo hoje bombeiro de 1ª 

   Desde o seu ingresso, qual foi o seu maior desafio?
   O ser bombeiro já é um desafio, mas no meu caso já tive alguns, a começar pela escola de recruta que fiz algumas coisas que nunca pensei fazer. No dia da minha promoção a 3ª a minha grande prova de fogo, o fogo na estação do metro da Alameda, ao longo dos anos tem surgido outros desafios que tem contribuído para a minha evolução como bombeiro e como pessoa.

   Quais são os seus interesses e que hobbies pratica?
  Os meus hobbies passam pelos cães, quando “brinco” com eles me levam a desligar tudo, o que me levou a frequentar um curso de treino de cães de busca e salvamento nos bombeiros de Vila do Conde (patrocinado pela associação dos bombeiros voluntários) e ministrado pelo chefe dos BV Vila do Conde Rui Silva (hoje presidente da associação dos bombeiros voluntários) e Paulo Leite, a quem mando um forte abraço. Também gosto de aeromodelismo mas como se trata de uma actividade dispendiosa fico-me por um pequeno helicóptero eléctrico. Por fim também me interesso por simulação de voo pilotando aeronaves como o rudimentar biplano Tiger Moth e o sofisticado F-16 passando pelo Canadair cl215 e Boeing 747 ou helicópteros como o Huey famoso na guerra do Vietnam e o lendário BlueThunde. 

    Como define os B.V. Lisbonenses?
   Os Bombeiros Voluntários Lisbonenses são uma instituição centenária com um grande legado que tem vindo a ser seguido ao longo dos anos por todos que dela fizeram parte.

   O que é ser Bombeiro?
   É uma pergunta difícil, é uma coisa que todos em pequenos queremos ser mas poucos conseguimos ser, por exigir de nós muito alem do que somos ou imaginamos ser. Sempre prontos a ajudar quem num dado momento dado momento da sua vida necessita de ajuda.

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